Rômulo Ávila

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Sorte não supera erros infantis da defesa atleticana

20/09/2019 às 10:35

Emanuel Olivera, camisa 6 do Colón, tem 1.80 de altura e sempre vai para a área em lances ofensivos do time argentino. É um jogador que merece atenção especial dos defensores rivais. Será que o Atlético não sabia disso?

Foi Olivera que apareceu livre, leve e solto na área atleticana para desviar, de cabeça, a cobrança de escanteio que resultou no gol de empate no primeiro duelo decisivo da semifinal da Sul-Americana.  Erro coletivo inaceitável para um time que tem gigantes como Réver e Igor Rabello. No lance, eram nove atleticanos na área para marcar seis argentinos. 

Reprodução DAZN

Mas a liberdade dada a Olivera não foi o único erro coletivo da defesa do Atlético. Passes equivocados na retomada da jogada, especialmente de Fábio Santos e Zé Welison, e marcação distante são vacilos frequentes. Basta analisar o gol da vitória do Colón. Eram quatro jogadores do Atlético na pequena área marcando a bola e ninguém se preocupou com o único argentino presente. 

Reprodução DAZN

Não há sorte, como no gol espírita de Chará, que supere tantos erros defensivos. Que sirva de lição para o confronto decisivo. É bê-a-bá do futebol marcar o jogador e não a bola. Alguém precisa avisar isso para o Atlético.

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