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Diretor de futebol do Cruzeiro admite salários atrasados e garante respaldo a Ceni 

Por Redação, 09/09/2019 às 10:04
atualizado em: 09/09/2019 às 16:22

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Foto: Vinnicius Silva/ Cruzeiro
Vinnicius Silva/ Cruzeiro

Após a derrota do Cruzeiro por 4 a 1 para o Grêmio pelo Campeonato Brasileiro, nesse domingo (8), o diretor de futebol da equipe celeste, Marcelo Dijan, admitiu que os salários referentes ao mês de julho ainda não foram integralmente pagos e os de agosto estão um dia atrasados. 

“Tem uma parte de julho que está atrasada e agosto, que venceu na última sexta-feira (6). Nós estamos trabalhando para regularizar isso o mais rápido possível”, disse. 

A crise financeira que o clube passa tornou recorrente o atraso de salários. Neste ano, antes da parada para a Copa América, o problema também ocorreu e os vencimentos só foram colocados em dia com as vendas do atacante Raniel e do zagueiro Murilo. 

Respaldo a Ceni 

Em entrevista coletiva após a partida contra o Grêmio, o técnico Rogério Ceni alegou que mudanças precisam acontecer. Do contrário, segundo ele, não há motivos para a permanência no comando da equipe. Perguntado se o treinador teria respaldo da diretoria, Dijan ressaltou a confiança em Ceni. 

“Nós contratamos ele, falamos que o nosso objetivo maior era tirar o time dessa zona perto do rebaixamento e a Copa do Brasil sabíamos que era possível, mas muito difícil. Ele tem nosso respaldo”. No Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro é o 16º, com 18 pontos – três a mais que o Fluminense, primeira equipe dentro do Z4. 

Dijan também descartou a saída de Ceni. "Não existe risco nenhum. É normal a decepção dele, já que os três primeiros jogos dele, nós tivemos bons resultados (vitórias sobre Santos e Vasco, e empate com o CSA), conseguimos somar sete pontos, já na última quarta-feira (4) fomos desclassificados da Copa do Brasil, onde a gente poderia ir para a final."

Confira outros temas abordados pelo diretor de futebol:

Reforços

“Para ser sincero, não deve chegar muita gente. Só se for uma contração bem pontual. A princípio, o grupo que está aí é o que vai até o fim do ano, até mesmo pela situação financeira do clube." 

Medalhões 

“Quando você está muito tempo no clube, mesmo eles não sendo tão culpados pelo resultado, a cobrança vem em cima deles. Mas isso é uma coisa normal. O Henrique (que chegou a chorar a após a derrota para o Grêmio) é um jogador muito inteligente e tem uma personalidade muito forte, por isso ele é o capitão do nosso time.” 

“Nós temos 20 jogos pelo Campeonato Brasileiro e vamos tentar dar a volta por cima. Nós confiamos no grupo. Sabemos que o grupo ganhou duas Copas do Brasil seguidas e tem condição de reverter essa situação no Campeonato Brasileiro.”

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