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Empresas procuram Edifício JK para instalação de nova publicidade para relógio luminoso 

Por Redação, 11/09/2019 às 10:48
atualizado em: 11/09/2019 às 11:15

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Foto: Google Street View
Google Street View

Desde o anúncio do banco Itaú sobre o desligamento do relógio luminoso no Edifício JK, próximo à praça Raul Soares, região Central de Belo Horizonte, diversas empresas procuraram a administração do condomínio para estampar a marca no local. No entanto, a atualização do código de postura da Prefeitura de Belo Horizonte pode barrar um novo acordo. 

O alerta é feito pelo gerente geral do edifício JK, Manuel Freitas. “O que nós queremos é que a prefeitura altere o código de postura. Existe publicidade, no nosso caso era a do banco Itaú, que não é só um patrimônio histórico, e, sim, um patrimônio afetivo da sociedade mineira e todos que visitam Belo Horizonte, que sempre tiveram o relógio como marco orientador.”

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O gerente diz que o valor da cobrança mensal é de R$ 50 mil para divulgar a marca no espaço. Sem nenhuma empresa, ele diz que o condomínio não teria condições de arcar com os custos. “Queremos que edifício possa contratar outra empresa. Existem várias procurando o condomínio e se isso for permitido vai ser uma benção”.

Manuel Freitas diz que a quantia traria, inclusive, um alívio financeiro. “Todos sabem que o condomínio JK vem lutando, ao longo dos últimos anos, para fazer tanto uma reforma física quanto da própria cultura do condomínio. A gente precisa desse dinheiro.

Ele completa fazendo um apelo: “Quando as pessoas olharem para o céu e verem o JK sem a publicidade, vão sentir que a cidade está nua. A Praça Raul Soares vai estar nua. Vai dar a impressão de que não é mais a nossa BH”. 
 

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