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Trio é preso suspeito de matar comerciante em São Joaquim de Bicas

Por Redação , 13/08/2019 às 18:21
atualizado em: 13/08/2019 às 19:02

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A polícia prendeu nesta terça-feira um trio suspeito de assassinar o comerciante Tibério Augusto Neto, de 65 anos, no assentamento Pátria Livre, em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O crime foi cometido no dia 29 de julho. Foram detidos Maione Barbosa, de 22 anos (que teria um relacionamento extraconjugal com a vítima), Mauri Barbosa dos Santos, de 27 (irmão de Maione), e o namorado dela, José Ricardo Bruno de Carvalho, de 39.   

De acordo com o delegado da Polícia Civil Rafael Lopes, os três confessaram o crime e alegaram motivo passional, mas os policiais acreditam que o trio queria extorquir Tibério. “Em princípio, apesar de haver essa relação entre a Maione, o José Ricardo e a vítima, que poderia desaguar em crime passional, a gente acredita que ela atraiu ele até aqui e os demais o sequestraram em uma tentativa de extorsão. Por algum motivo, que a gente ainda não conseguiu esclarecer, eles o mantiveram em cárcere privado durante a tarde do dia 29 e resolveram acabar com a vida dele.”

José Ricardo disse que foi o responsável por dar as pauladas na vítima e incendiar o corpo. O namorado de Maione afirmou ainda que estava com muita raiva no momento do crime e que não se arrepende do que fez. “Quando ele chegou, me viu na companhia dela [Maione], não ficou nada satisfeito e tentou me agredir. Eu, na posição de namorado dela, ia aceitar outro vir interferir? Ele veio aqui morrer. Ele veio me agredir e eu dei nele paulada na cabeça. Não foi só uma não, foram três que eu dei.”

Mauri disse que esfaqueou Tibério porque a vítima teria estuprado a irmã. “Foi eu mesmo. Não tem conversa não, ainda mais família minha. ‘Cê tá doido?’ Ninguém desonra família minha não. Só porque tem dinheiro, tem poder. Eu posso ter colocado minha cabeça em jogo, mas não me arrependo.”

Maione preferiu não se pronunciar e disse que se pudesse “colocaria na cabeça dele [Tibério] que ele era casado e não podia mexer com a mulher dos outros”.

Caso 

Tibério era dono de um sacolão no bairro Vila Pinho, na região do Barreiro, em BH, e presidente do clube de futebol Novo Horizonte, de Betim, na Grande BH. No dia 29 de julho, ela saiu do estabelecimento dizendo que iria para o time, na cidade vizinha, e não foi mais visto. 

O corpo de Tibério foi encontrado carbonizado no dia 30 de julho em São João de Bicas, mas a identidade só foi confirmada no dia 6 de agosto, depois de exames. 

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